segunda-feira, 28 de julho de 2014

Maria pode ser adorada?

Maria, o mesmo que Miriam ou “amada”, deve ser respeitada e, por ser a mãe do Senhor Jesus, não podemos dizer dela menos que Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres… E de onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor?” Em seu “Magnificat”, Maria demonstra a sua humildade e, aí, vemos o porquê da sua escolha por Deus. De fato, ela é venturosa entre as mulheres, por ser a escolhida para mãe do Salvador. Mas, de modo nenhum, devemos fazê-la motivo de adoração. É pecado adorar, não somente a Maria, mas a qualquer outro nome que não seja o do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Ela mesma, em seu cântico (Lucas 1.47), afirma: “E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”. Este versículo bíblico é uma confirmação de que ela necessitava também da salvação. Ora, como alguém que carece de salvação pode salvar outros? Além do mais, só os cegos espirituais,não vêem a grande diferença entre o Senhor Jesus e Maria. E quem a ela rende culto prova a sua total ignorância das Sagradas Escrituras.
A história tem mostrado quantas aberrações têm sido cometidas, quanto a esses fatos. A adoração a Maria e a inúmeros outros santos, como é sabido de todos, foi uma coisa forjada pelo romanismo. Sem ir muito longe, é digno de registro o fato, e até dispensa comentários, de que o papa Paulo VI ofereceu uma rosa de ouro ao Brasil, e ao benzê-la na Capela Sistina em 5 de março de 1967, perante uma representação brasileira, expressou: “No Santuário de Nossa Senhora Aparecida, ela (a rosa) dará testemunho de nossa constante oração à Virgem santíssima para que interceda junto de seu Filho… Vamos a Maria para chegar a Jesus. Amando desse modo Nossa Senhora… chegaremos a Cristo, o Filho de Deus”. Qualquer novo convertido ao Evangelho sabe que em nenhum outro nome há salvação, a não ser no nome de Jesus.
Quanto à salvação, o próprio Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”, Jo 14.6; “… tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vô-lo concederá”, Jo 15.16b; “… Eu sou a porta das ovelhas”, Jo 10.7.
- Que disse o apóstolo Pedro, acerca de Jesus? – Ele disse “e não há salvação em nenhum outro nome, dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos”, At 4.12.
Fonte: A Bíblia Responde – Ed. CPAD

Ídolos e Imagens

Essa palavra vem do grego eidolon, “ídolo”, e latreuein, “adorar”. Esse termo refere-se à adoração ou veneração aos ídolos ou imagens, quando usado em seu sentido primário. Porém, em um sentido mais lato, pode indicar a veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição, ambição etc, que tome o lugar de Deus, ou que lhe diminua a honra que lhe devemos. Assim, idolatria consiste na adoração a algum falso deus, ou a prestação de honras divinas ao mesmo. Esse deus falso pode ser representado por algum objeto ou imagem. A idolatria é má porque seus devotos, em vez de depositarem sua confiança em Deus, depositam-na em algum objeto, de onde não pode provir o bem desejado; e, em vez de se submeterem a Deus, em algum sentido submetem-se à valores representados por aquela imagem.
Na idolatria há certos elementos da criação usurpadores da posição cabível somente a Deus. Podemos fazer da autoglorificação um ídolo, como também das honrarias, do dinheiro, das altas posições sociais (Gol 3.5). Praticamente, tudo quanto se torne excessivamente importante em nossa vida pode tomar-se num ídolo para nós. A idolatria não requer a existência de qualquer objeto físico. Se alguém adora a um deus falso, sem transformar esse deus em alguma imagem, ainda assim é culpado de idolatria, porquanto fez de um conceito uma falsa divindade. Nesse caso há diferença entre ídolo e imagem.
Deus condenou os ídolos (Ex 32; Lv 26.1; II Rs 21.11; Si 115.3-9; 135.15-18; Is 2.18; At 15.20; 21.25; II Co 6:16), e também condenou as imagens para adoração (Ex 20.1-6, Nm 33.52; Lv 26.1; Dt 27.15; Is 41.29; Ez 8.942). Era expressamente proibido ao povo de Israel fabricar imagens esculpidas ou fundidas para adoração. (ver Ex 20.4; Dt 5.8). Imagens ou representações de deuses imaginários eram feitas em materiais como pedra, madeira, pedras preciosas, argila, mármore etc. A lei mosaica proibia tal ação (Ex 34.17; Lv 19). Os profetas condenaram a prática, juntamente com qualquer forma de idolatria (Is 30.22; Qs.13.2; Hc 2.18). Essa legislação, como é obvio impedia que Israel se tornasse uma nação que cultivasse as artes plásticas, embora, estritamente falando, estas não fossem proibidas por lei. Tais leis não se aplicam às artes enquanto os produtos dessa atividade não forem venerados ou adoradas. Ainda, sobre a imagem, há de se entender que em Ex 25.18-22, 37.7-9, Deus ordenou que se fizesse como ornamento e representação algumas figuras, mas não para adoração ou culto, e nem para olhar para elas e homenagear ou admirar seus feitos poderosos. Trata-se de figuras de ornamento artístico e não objetos de culto ou adoração.
Sobre a serpente de bronze, no hebraico nachasb necbosbetb, a expressão é empregada exclusivamente em II Reis 18.4 para denotar a ser­pente feita de bronze; ou melhor, de cobre, por Moisés (Nm 21.4.9). O motivo para a fabricação da serpente de bronze foi o incidente no qual os israelitas se queixaram diante de Moisés do tratamento imposto por Deus. O povo de Israel, evidentemente, sem se importar muito diante das suas anteriores tragédias, queixou-se de que es tava recebendo uma alimentação inadequada. E Deus os castigou com as serpentes venenosas, que já haviam matado a muitos israelitas.
Quando o povo se arrependeu, Deus ordenou a Moisés fazer uma serpente de bronze. Aos israelitas foi prometido: todo aquele que tivesse sido picado por uma serpente e contemplasse a serpente de bronze, movido pela fé, seria cura­do da picada da serpente e não morreria. Isso não é culto a serpente, nem veneração e nem adoração, e evidentemente Deus jamais admiti­ria. Prova disso foi que, posteriormente, indivíduos idólatras e supersticiosos entre os israelitas começaram a adorar a serpente de bronze, quando, nos dias do rei Ezequias, essa figura de bronze foi destruída, por haver-se tornado um objeto idólatra (II Rs 18.4). Ezequias a chamou de Neustã (pedaço de bronze), dando a entender que a tal serpente era metal e nada mais.
O fato do próprio Senhor Jesus comparar a sua morte na cruz ao levantamento da serpente de metal no deserto, por Moisés, não significa idolatria ou justificativa para colocar objetos ou imagens para veneração ou adoração, já que o uso aqui é figurado. Assim, como tantos foram curados de seu envenenamento físico, assim também, em Jesus Cristo, aqueles que olharem para ele, impelidos pela fé, são salvos das eternas conseqüências do pecado e da morte . As­sim em João 3.14, nas palavras de Jesus, a ser­pente de metal torna-se um símbolo de Cristo como nosso Remidor, portanto, ao ser levanta­do (o que sucedeu na cruz, no caso de Jesus), ele atrairia todos os homens a si (Jo 12.32), e a redenção por ele preparada provê cura para o pecado e para a morte espiritual. Usualmente, a serpente serve de símbolo do mal, representando o próprio Satanás; e essa circunstância se tornou bom símbolo da condição de perdição dos homens, cujas almas, por estarem alie­nadas de Deus, estão enfermas até à morte.
As novidades da serpente permeiam, como seu veneno, o arcabouço inteiro de suas vítimas, e outro tanto sucede no caso do pecado, que entremecia a personalidade humana.
No tempo de Moisés, a serpente de metal foi dependurada em um poste a fim de mostrar aos israelitas que, embora o pecado houvesse atraído o julgamento, todavia lhes era ofereci­da a cura, cura essa verdadeiramente eficaz. Na cruz, embora não houvesse iniqüidade alguma em Cristo, Jesus se fez pecado por nós, e na cruz foi que ele derrotou o inimigo, e fez dele um espetáculo público, é o que nos ensina Paulo em Colossences 2.14-15.
Há também casos de ornamentação do templo de Deus ricamente construído por Salomão, como 1 Rs 6.17-36; II Cr 3.5-17; 4.1-22, ou, ainda, a profecia da restauração do templo (Ez 41.17-26). Porém, todos esses objetos e imagens não eram para invocação, intercessão, ou para adoração, mas apenas ornamentação.
Assim, um ídolo representa alguma divindade, ou então é aceito como se tivesse qualidades divinas por si mesmo. Em qualquer desses casos, aquele objeto recebe adoração. Contudo, é possível haver imagem, sem que seja adorada, como no caso dos querubins que havia no templo de Jerusalém. Sem dúvida, esses querubins não eram adorados, nem eram padroeiros dos hebreus, nem intercediam por eles, nem eram recordações de pessoas que eles ama-varri, formando assim exceção acerca da proibição de imagens. Urna imagem também pode ser um amuleto que é concebido como dotado de alguma forma de poder de proteger, de ajudar, ou de permitir alguma realização.E, naturalmente, é possível a posse de uma imagem esculpida ou pintada, representando algum santo ou herói, religioso ou não, sem que a mesma seja adorada, por ser apenas um lembrete de que se deveria emular as qualidade morais e espirituais de tal pessoa. Por outro lado, quando tais imagens são ‘veneradas’, é provável que, na maioria dos casos, esteja sendo praticada a idolatria. As estátuas dos heróis no Brasil são comuns, mas nunca veneradas como deuses ou com poderes divinos, nem se faz elaboradas cerimônias ou procissões com elas. Eles são relembrados como grandes mestres, cidadãos, líderes, e suas imagens são apenas memoriais desses fatos.
O catolicismo romano crê na intercessão feita por aquele santo, representado na imagem, pensa que o espírito daquele santo pode ajudar, proteger, guardar etc, daí que todo tipo de
objeto e representação material daquele santo passa a ser venerado, cultuado, adorado, e isso é idolatria. Além disso, as imagens desses santos são “veneradas” ou “adoradas’ mediante alguma forma de cerimônia, que, supostamente, lhes transmitem a honra e reverência do povo. Ora, se as imagens são apenas “recordações dos flC)5505 irmãos de fé”, então porque se presta consagração, procissão, oferecimento de flores de beijos e curvam-se diante delas? Por que se ora a elas, faz-se pedidos, poesias e cânticos? Ora, se ajoelhar diante de uma imagem, orar olhando para ela, tocá-la, beijá-la, curvar-se diante dela, fazer oferendas, fazer procissão e elaboradas cerimônias, e se isso não for adoração, e conseqüentemente idolatria, então fica difícil definir o que é adoração e o que é idolatria. Assim sendo, a declaração católica romana de que “a honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa, não uma adoração”, parece mais com uma charada teológica.
A Igreja Romana tem ensinado há séculos que os santos e Maria intercedem pelos fiéis; ora, se eles estão mortos e seus espíritos são invocados, isso é invocação de pessoas que já morreram e isso é pecado (Is 8.19). E essa prá­tica, parece mais com o espiritismo do que com o cristianismo. Além do mais, há um só media­dor ou intercessor entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (1 Tm 2.5).
Os católicos romanos insistem em dizer que não adoram nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, mas só a Deus porém, na prática não é isso que se verifica. Os intelectuais romanistas, tal como seus colegas budistas, dizem que as imagens de escultura são apenas memórias de qualidades dignas de emulação, de santos ou heróis espirituais, o que, presumivelmente, ajudaria os religiosos sinceros a copiarem tais virtudes. Entretanto, o povo comum não é sofisticado o bastante para separar a imagem da adoração, à autêntica distinção entre a adoração e veneração. O resultado disso é que a idolatria tornou-se muito comum na Igreja Católica, tanto no Oriente como no Ocidente.
Para a teologia católica, a imagem seria apenas um memorial de alguma verdade ou pessoa espiritual; e a veneração assim prestada se­ria dirigida àquela verdade ou pessoa, e não à imagem propriamente dita. Entretanto, popularmente, as pessoas realmente veneram às próprias imagens, e a cuidadosa distinção entre adoração e veneração é forçada ao máximo, para dizermos o mínimo. Na verdade, a veneração de imagens, nas igrejas do Ocidente e do Oriente, que foi tão vigorosa e corretamente repelida pelo Reforma Protestante, é precisa­mente aquilo que os judeus e os islamitas diziam — é idolatria. Esse é um dos maiores escândalos da cristandade. Teólogos católicos romanos têm chegado ao extremo de afirmar que os objetos materiais assemelham-se a entidades dotadas de espírito, capazes de atuar como pontes de ligação entre o que é material e o que é espiritual. Assim, não se trata apenas da imagem em si, mas o que está por detrás delas. Se os que morreram não podem interceder pelos que estão vivos, e nem voltar para a terra (Lc 16.19-31; 1 Tm 2.5; Hb 9.27), como fica a situação dos romanistas que pedem ajuda, proteção e mediação aos santos e Maria? Não esta­riam eles invocando espíritos? Se os mortos em Cristo estão com Cristo, e os que morreram em pecado estão no Hades, quem pode responder essas invocações e orações? Não seriam os espíritos deste mundo, conforme nos escreve o apóstolo Paulo em 1 Co 8.4-6 e 1 Co 10.14-24?
E inevitável, à proporção do crescimento espiritual dos homens, (oração e estudo da palavra de Deus), que sua abordagem à pessoa de Deus torne-se cada vez mais mística e cada vez menos materialista. Os ritos vão perdendo mais e mais a sua importância, e as imagens terminam por ser abertamente rejeitadas. E, quando se obtém o contato direto com o Espírito Santo de Deus, de tal modo que se estabelece uma comunhão viva entre o Espírito de Deus e o espírito humano, então os homens não mais sentem qualquer necessidade de agência intermediária. Mesmo não tendo acontecido isso no caso dos católicos romanos e outros, após tantos séculos de existência da Igreja Romana, somente demonstra o fato de que os homens, a despeito de tantas vantagens, não têm progredido muito em sua espiritualidade.
Assim, por trás do ensinamento romanista de que, “a honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa”, está a intenção de se ver protegido, guardado, ou que o santo representado na imagem venha interceder pelo pedinte, e isso é pecado de idolatria, e de feitiçaria, pois o espírito do morto não deve ser invocado pelos vivos (1 Tm 2.5; Is 8.19).
“Filhinbos, guardai-vos dos ídolos. Amém.” (1 Jo 5.21).

ANÁLISE BÍBLICA DA ORAÇÃO CATÓLICA “AVE MARIA”

AVE MARIA

(1ª parte)

Ave Maria cheia de GRAÇA,
o Senhor é convosco,
bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.

(2ª parte)

Santa Maria, mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores,
agora e na hora de nossa morte.
Amém.

 “A primeira parte da oração é a saudação do Arcanjo São Gabriel à Ssma Virgem. A segunda parte da Ave Maria foi um grito de socorro dos fiéis pela mãe, ainda quando a Igreja nascia e muitos ficavam a esperar o momento de suas mortes”. (Observações retiradas de um site católico). [Nota H.R.F.: Gabriel é anjo, e não arcanjo (Lucas 1:26). Miguel é arcanjo (Judas 9)].

INTRODUÇÃO:

         Em momento algum, encontramos em toda a Bíblia a instrução de fazermos qualquer oração a Maria (ou a qualquer outro “santo”), mas unicamente ao Pai. E, a oração ao Pai deve ser feita da forma como o próprio Filho (Jesus Cristo) ensinou aos discípulos, quando Ele foi indagado sobre a maneira correta de se orar a Deus.
Vejamos:

"E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos. E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano; e perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal". (Lucas 1:1-4) [grifos meus]

         Vemos que a oração deve ser dirigida ao Pai, em nome do Filho, pois não temos nenhuma “mãe” no céu.

“O Senhor te ouça no dia da angústia, o nome do Deus de Jacó te proteja”. (Salmo 20:1)

 “Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração. Deus é o nosso refúgio”. (Salmo 62:8)

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.
(João 14:6)

“E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho”.
(João 14:13) [grifos meus]
             A oração da Ave Maria foi instituída na igreja católica romana na segunda metade do ano 1508. Depois foi finalmente aprovada pelo Papa Sixtus V, ao final do Século XVI.

         Maria não é nossa “mãe no céu” e a única “Rainha dos Céus” à qual a Bíblia faz referências é um terrível ídolo, conforme lemos em: Jeremias 7:18; 44:17; Salmos 21:13; 47:9; 57:5; Filipenses 2:9-10; Apocalipse 5:12, dentre outros.
         O dogma da “Assunção de Maria aos Céus” (Refere-se à elevação de Maria em corpo e alma ao Céu) foi proclamado pelo Papa Pio XII em 1 de Novembro de 1950, na encíclica Munificentissimus Deus.
         Porém, a Bíblia nos informa que apenas Jesus Cristo subiu aos céus:

            “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu”.
(João 3:13)

Na Palavra de Deus, lemos ainda uma clara exortação para não orarmos da maneira errada, pois Deus não ouve este tipo de oração:

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes”. (Mateus 6:7-8)
            O Rosário, ou o terço de oração, foi introduzido pelo Pedro o Eremita, no ano de 1090. Copiado dos Hindus e Muçulmanos.
            A diversidade de orações é uma prática pagã, e é expressamente condenada por Cristo. (Mateus 6 :5-13).

         Importante lembrarmos que Deus não é surdo e sabe o que precisamos antes de pedirmos qualquer coisa a Ele e, portanto, condena as vãs repetições e orações decoradas como as novenas, terços, rosários, etc. 
         Está escrito que não devemos ficar repetindo orações a Deus (como os hindus em seus
mantras) e nem a própria oração que ficou conhecida como “Pai nosso” (A Oração do Senhor) deve ser repetida, haja vista que esta foi apenas uma forma/maneira de se dirigir a Deus, ensinada por Jesus Cristo e não algo que deveria ser repetido, ipsis litteris, (como uma fórmula mágica) para recebermos o favor de Deus.
         A própria “The Catholic Encyclopedia” diz: “Não existe qualquer traço da Ave Maria como uma fórmula devocional aceita antes de em torno de 1050”.
[retirado do Livro: Babilônia: a Religião dos Mistérios, de Ralph Woodrow].
           
Aí pergunto: se Maria é uma divindade, por que durante 1050 anos ela foi “esquecida” pelos cristãos?


ANÁLISE BÍBLICA:
         Agora, analisemos cada frase dessa oração católica conhecida como “Ave Maria”, lembrando-nos que a 1ª parte da oração é baseada na Bíblia, mas a 2ª parte foi inserida pela própria igreja católica, conforme vemos na afirmação de um site católico (universo católico): “A segunda parte da Ave Maria foi um grito de socorro dos fiéis pela mãe, ainda quando a Igreja nascia e muitos ficavam a esperar o momento de suas mortes”.
Tendo em vista que a igreja católica surgiu em meados do 3º ou 4º séculos, com o imperador Constantino (que reuniu o paganismo com o Cristianismo), creio que esses “muitos fiéis” aos quais se refere o site católico deviam ser católicos, e pediam socorro à “mãe” (deles) e faziam essa oração.
Porém, isto não tem nenhuma fundamentação bíblica e, portanto, tais “fiéis” (se de fato existiram e assim o fizeram) estavam desesperados e completamente iludidos por essa igreja! Infelizmente, clamaram em vão!
         Se, pelo menos eles tivessem acesso à Bíblia (que era proibida aos leigos) saberiam que bastava terem clamado ao Senhor:

            “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. (Rm 10:13)

         Pobres almas!

1ª PARTE:

a) Ave Maria cheia de GRAÇA:
        
         Pra início de conversa, na Bíblia não encontramos a expressão “Ave”, como saudação a Maria ou a qualquer outra pessoa (mas somente na bíblia católica, que se baseia em manuscritos fraudulentos, corrompidos e contradizentes entre si mesmos, como o Sinaiticus e o Vaticanus. Quem quiser ler mais a este respeito, acesse o site:
http://www.solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/index.htm).
A saudação “Ave” era dirigida aos imperadores romanos, aos Césares. (estranho, não?).
         O anjo saudou Maria usando a palavra “Salve” (segundo o dicionário: voz para cumprimentar ou saudar, equivalente a “Deus te salve!”, do latim salvere). Vejamos:

“E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres”. (Lucas 1:28)

         Tanto ela também era pecadora e carecia de salvação que, em seu cântico conhecido pelos católicos como Magnificat, ela diz:       

“Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”. (Lucas 1:46-47) [grifos meus]

Quem precisa de Salvador é pecador.
         Na Bíblia, lemos que:

            “Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só”.
(Romanos 3:12)

            “... todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”
(Romanos 3:23)
         Nesse versículo não diz que todos, exceto Maria, pecaram. Mas que, todos os seres humanos são pecadores, pois TODOS (exceto Jesus Cristo, que é Deus) descenderam de Adão e Eva e, portanto, herdaram o pecado. (Leia ainda Isaías 6:3; Salmos 99:3; 5:9; 1 Pedro 1:15-16; Apocalipse 15:4).
         O dogma da “Imaculada Conceição de Maria” (Concebida sem a mancha do pecado original) foi proclamado pelo Papa Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, aos 8 de dezembro de 1854.
        
Só Jesus Cristo nasceu imaculado (e Adão e Eva antes de pecarem), pois Ele é Deus encarnado. Maria não é Deus e, portanto, é um criatura e careceu de um Salvador.

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”. (Romanos 5:12) [grifos meus]

Outra questão interessante é a expressão “cheia de GRAÇA”. Bem, a palavra graça significa: favor IMERECIDO. Como a própria palavra nos diz, favor imerecido é algo que alguém recebe sem merecer, sem ter feito nada para que tal ocorresse.
         Devemos nos lembrar que quando o “anjo” Gabriel (e não “arcanjo”) visitou Maria, esta estava desposada com José, sendo ambos da descendência de Davi. Vejamos:

            “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria”. (Lucas 1:26-27)

         Vemos que não foi uma escolha aleatória feita por Deus e, muito menos, Maria não era alguém “sem pecado” ou superior às outras mulheres. Mas, para que se cumprisse a profecia do A. T., o Messias viria da descendência de Davi (sendo Maria e José, ambos, da linhagem de Davi), conforme vemos em 2 Sm 7:12-16, 1 CR 17:11-14 e Rm 1:3.
Sendo José o pai adotivo de Jesus, para o Messias ser da linhagem de Davi, era necessário que também Maria fosse da linhagem sangüínea de Davi. Vejamos:
No evangelho segundo Mateus, temos a descendência de José:

“E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama o Cristo”. (Mateus 1:16)

No evangelho segundo Lucas, temos a descendência de Maria:

            “E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli”.
(Lucas 3:23)

         Não há aqui nenhuma contradição. Vimos em Mateus 1:16 que José era filho de Jacó. Então, o mesmo não poderia ser também filho de Heli. No evangelho de Lucas, a linha genealógica mostra a descendência de Maria, que é filha de Heli e, como a mesma já estava desposada com José (= casada), este é mencionado na genealogia de Lucas e não ela.
Na wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria%2C_m%C3%A3e_de_Jesus), justamente na página que lemos sobre Maria, encontramos o seguinte: A genealogia fornecida por Lucas alista o marido de Maria, José, como ‘filho de Heli’. A Cyclopædia (Ciclopédia) de M'Clintock e Strong (1881, Vol. III, p. 774) diz: “É bem conhecido que os judeus, ao elaborarem suas tabelas genealógicas, levavam em conta apenas os varões, rejeitando o nome da filha quando o sangue do avô era transmitido ao neto por uma filha, e contando o marido desta filha em lugar do filho do avô materno (Números 26:33, Números 27:4-7)". Possivelmente por este motivo Lucas diz que José era «filho de Heli» (Lucas 3:23).”
Já vimos que a Bíblia nos mostra que Maria era filha de Heli e não de Joaquim, conforme consta na tradição católica.
         Na Wikipedia vemos que a origem da crença católica na filiação de Maria vem de livros apócrifos: “consta ainda dos ‘apócrifos’ Evangelho do nascimento de Maria e do Protoevangelion e é também de uma antiga tradição que remonta ao século II que seu pai seria São Joaquim, descendente de Davi, e que sua mãe seria Sant'Ana, da descendência do Sacerdote Aarão”. [Nota: sem nenhuma base bíblica, sendo que a própria Bíblia condena as tradições humanas!].        

b) o Senhor é convosco:

          Este trecho faz parte da saudação do anjo Gabriel, mostrando que Maria “achou graça” diante de Deus:
        
        
“E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres”. (Lucas 1:28)

“Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus”. (Lucas 1:30) [grifos meus]

c) bendita sois vós entre as mulheres:

         Vemos que Maria é bendita (abençoada, por ter sido agraciada) “entre” as mulheres e não “acima” das mulheres, como que ocupando um lugar privilegiado. Maria seria feliz por gerar o Salvador (inclusive Salvador dela mesma, como lemos em Lucas 1:47).
Aliás, ela mesma afirmou, em seu cântico, não ser melhor que nenhuma outra mulher:

        
“Porque atentou na baixeza de sua serva; pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. (Lucas 1:48)

         Leiamos os versículos a seguir:  

“E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”. (Lucas 11:27-28)
        
         Jesus mostra que a posição de Maria não é superior a de nenhum outro ser humano.
         Bem-aventurado é alguém “feliz”. Maria disse:

“Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. (Lucas 1:48)
         Maria foi uma mulher feliz por ter sido agraciada com a bênção de ser a mãe física do Salvador, do Messias. Afinal, uma honra muito grande para uma mulher, um ser humano pecador como outro qualquer.
Há outras mulheres bem-aventuradas na Bíblia. Vejamos:

“Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada; e chamou-lhe Aser”.
(Gênesis 30:13)

Acabamos de ver um outro exemplo de mulher “feliz” (nada mais que isso...).
         Portanto, a Bíblia nos mostra que quem desejar ser “feliz” (bem-aventurado) como Maria o foi, basta fazer as coisas que lemos em Mateus 5:3-11, onde temos a lista de todas as pessoas que são “bem-aventuradas”.

d) e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus:

         Esta parte da oração foi retirada da saudação de Isabel a Maria:

“E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre”. (Lucas 1:42)

         Isabel afirma e reconhece que o fruto do ventre de Maria (Jesus Cristo) é bendito.

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2ª PARTE
: (aqui começam sérias heresias da igreja católica romana!)

e) Santa Maria, mãe de Deus:

          Com relação à expressão “Santa Maria”, primeiramente devemos saber que santos são todos aqueles salvos (Efésios 4:11-12), separados para Deus, pela fé em Jesus Cristo.
Todos os crentes e seguidores de Cristo, são chamados de santos pela Bíblia. (Leia Romanos 1:7; I Coríntios 1:2).
         Ninguém é santo no sentido de ser perfeito, sem pecados, pois só Deus é assim:

“Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos”. (Apocalipse 15:4) [grifos meus]

Considerar Maria como “santa”, no sentido de separada para Deus, como todas as pessoas salvas, isso não é mais que obrigação de todos os salvos, pois a Palavra de Deus nos diz:

         “
Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo”. (1 Pedro 1:16)

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. (Hebreus 12:14)

Porém, os católicos consideram Maria santa, no sentido de ser divina, especial, digna de adoração, alguém que não cometeu pecados, etc. Isso é outra loucura (idolatria).
A Bíblia nos mostra que nenhum ser humano deverá ser adorado (Atos 10: 25-26; 14: 14-18).
O próprio Jesus Cristo nos exorta:

“E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás”. (Lucas 4:8) [grifos meus]

E, ainda, a Bíblia nos diz que, como todos pecaram (inclusive Maria), todos precisam se converter ao Filho de Deus:

            “... todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23)
         O dogma da “Imaculada Conceição de Maria” (Concebida sem a mancha do pecado original) foi proclamado pelo Papa Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, aos 8 de dezembro de 1854.
         O Evangelho diz que todos os homens (com a única exceção de Cristo), são pecadores. A própria Maria, necessitou de um Salvador. (Leia Romanos 3:23; 5:12; Salmos 51:5; Lucas 1:30; 46-47).
        
Com relação à expressão Maria “mãe de Deus” (em grego Theotokos), ou seja, “mãe do próprio Criador do Universo”, esta é outra barbaridade, blasfêmia! Total falta de raciocínio, bom senso e conhecimento bíblico.
          Saibamos que foi no ano de 1931 que o Papa Pio XI reafirmou a doutrina segundo a qual Maria era "a Mãe de Deus". Esta doutrina foi primeiramente inventada pelo Concílio de Éfeso, no ano de 431. Isto é uma heresia, que contradiz as próprias palavras de Maria. (Leia Lucas 1:46-49; João 2:1-5).

Afirmar que um ser humano, que teve um início de existência, possa ser “mãe” de Deus, que é ETERNO (sem princípio nem fim) é um absurdo!
Maria só foi mãe de Jesus considerando que Jesus ao se encarnar foi também 100% Homem. Em um dado momento da história, ele se encarnou como homem:

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. (João 1:14)

Sendo Jesus Cristo também 100% Homem, lemos:

Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre”. (Hebreus 7:3) [grifos meus]

Mas, sendo Jesus também 100% Deus, e UM com o Pai
[“Eu e o Pai somos um” (João 10:30)], Ele é ETERNO, sem princípio nem fim.

        
“Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro”. (Apocalipse 22:13)



Afinal, a Bíblia nos diz que todas as coisas vieram a existir através de Jesus Cristo:
        
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. (João 1:1-3)

Onde estava Maria aqui? Ela nem existia!

A Bíblia nos mostra que Jesus Cristo deve ser lembrado como “Filho de Deus” e não como “Filho de Maria”. Leiamos a Bíblia:

“Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai”.
  (Lucas 1:32) [grifos meus]
        
“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus”.  (Lucas 1:35) [grifos meus]

         Portanto, afirmar que Maria, um ser humano criado por Deus, é “mãe do próprio Criador” é, no mínimo, uma blasfêmia!
          “Maria não é mãe de Deus no sentido de que ela trouxe à luz a existência de Deus. Nós normalmente usamos a palavra “mãe” para nos referirmos a alguém que nos trouxe à luz como indivíduos, e de quem derivamos nossa natureza humana. Todavia, a Pessoa divina que se tornou Jesus, o eterno Filho de Deus (Colossenses 1:13-17), o Logos (João 1:1-14), já existia desde toda a eternidade e é o Criador de Maria. Ela foi usada para trazer o Encarnado ao mundo, mas ela não adicionou algo ou trouxe à luz o Filho Eterno que veio ao mundo através dela. Seu filho era totalmente divino (por conseguinte, ela é theotokos = Portadora de Deus), mas ela mesma não produziu a divindade de seu Filho. Por esta razão, não há nada sobre o termo theotokos que de alguma forma exalte Maria, mas somente Cristo”. (Retirado do artigo: Maria - Outra Redentora? Por James R. White)

         Importante frisarmos, ainda, que Maria não é nem mãe de Deus e muito menos mãe da humanidade, pois no céu nós só temos Pai, o Senhor. Deus é Senhor e se identifica no gênero masculino (assim como o Filho e o Espírito Santo). O próprio Jesus o chama de Pai.
         Não vemos ninguém em toda a Bíblia orando a Maria ou a qualquer outra pessoa, a não ser ao próprio Deus.
         Equivocadamente, a igreja católica se apóia na passagem bíblica onde Jesus Cristo pede ao apóstolo amado (João) para cuidar de Sua mãe como se fosse dele também (João 19:26-27). Com isso, dizem que Maria tornou-se a mãe de todos nós. Ora, por que ninguém nunca chamou Maria de mãe, em qualquer relato do Novo Testamento?
         Vemos que, antes do Pentecoste, os discípulos, Maria e os irmãos de Jesus estavam reunidos e Maria é chamada de “mãe de Jesus” e não “mãe deles”:
        
        
“Todos estes [os discípulos] perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos”. (Atos 1:14)
        
         Maria foi a mãe física de Jesus (como Homem que Ele foi), sendo Ele o seu “primogênito” (primeiro filho – Mateus 1:25) além de seus outros filhos com José (Mateus 13:55; Marcos 6:3 e Gálatas 1:19) e de mais ninguém.
         A doutrina da “virgindade perpétua de Maria” foi inventada e recebida como dogma oficial da igreja de Roma no Concílio de Calcedônia, em 451 A.D.
        
         Se há uma mulher que possa receber o título de mãe de todos (mãe da humanidade, nossa mãe) esta mulher é EVA, a primeira mulher, da qual todos nós somos descendentes e da qual todos nós herdamos o pecado (inclusive Maria)!

“E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes”. (Gn 3:20) [grifos meus]

         OBS: Nem por isso a chamamos de “Santa Eva” e nem lhe dirigimos orações!

f) Rogai por nós pecadores:

         A Bíblia só nos determina a rogarmos ao Senhor. Exemplo:

“E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara”. (Lucas 10:2) [grifos meus]

         Jesus é o Advogado, Intercessor e Mediador entre Deus e os homens:

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. (1 Timóteo 2:5) [grifos meus]
“Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele [Jesus Cristo] se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. (Hebreus 7:25) [ênfase minha]

        
Lemos ainda que:

“E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis”. (Romanos 8:26) [grifos meus]

Leia ainda: Romanos 8:27, 34; Efésios 2:18; 3:11-12; Hebreus 9:24.

g) agora e na hora de nossa morte:

         A Bíblia nos diz que após a morte vem o juízo:

            “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”. (Hebreus 9:27)

E que não há outra possibilidade de salvação, senão pela própria decisão da pessoa por Jesus Cristo e isto deverá ser feito em vida:     

“Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável E socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação”. (2 Coríntios 6:2)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16) [grifos meus]
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CONCLUSÃO:
Se Maria não é divina, não é Deus (e muito menos Sua mãe), portanto, ela não é onipotente, onisciente e nem onipresente (pois estes são atributos exclusivos do Deus Triúno).
        
Assim sendo, como poderia a mesma ouvir os milhões de pedidos e orações que a ela são dirigidos, a cada minuto, no mundo inteiro, em todos os idiomas?

(Vide Isaías 33:2; Jeremias 33:3; Salmos 37:39; 50:15; 55:22; 91:15; 145:18 e Filipenses 4:6, dentre outras).
         “A cada dia católicos no mundo inteiro recitam a Ave Maria, o Rosário, o Ângelus, as Litanias da Bendita Virgem e outras rezas semelhantes. Multiplicando o número dessas orações, vezes o número de católicos que as recitam cada dia, alguém tem calculado que Maria teria que escutar 46.296 petições por segundo! Obviamente ninguém a não ser Deus mesmo poderia fazer isto.”
[retirado do Livro: Babilônia: a Religião dos Mistérios, de Ralph Woodrow].
          O culto a Maria só se tornou uma doutrina oficial da igreja católica no Concílio de Éfeso, em 431 A. D.

         Assim sendo, arrependamos-nos de nossos pecados, creiamos em Jesus Cristo como nosso Único e suficiente Salvador pois “... em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. (At 4:12)
         Façamos a única coisa que Maria pediu:
“Fazei tudo quanto ele vos disser”. (João 2:5)
         Dentre tantas outras coisas, Jesus Cristo nos diz:

“Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás”.
(Lucas 4:8)

         Agora, finalmente, posso dizer: Amém!

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

Todas as citações bíblicas são da Bíblia Almeida Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
Dedico este artigo a todos os católicos, que são sinceros, porém estão enganados pela igreja católica; na esperança de que os mesmos possam conhecer a verdade e, assim, depositem sua fé única e exclusivamente em Jesus Cristo e não em vãs tradições humanas. 
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32 ) “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36)

Humberto R. Fontes
Maio/2007

Para onde vamos depois da morte?



Quem nunca se pegou pensando, questionado ou buscando respostas acerca de onde iremos e se iremos para algum lugar após a morte?. Muitas pessoas gastaram os seus dias procurando responder ou encontrar essas respostas.

Este assunto foi e ainda é combustível de debates entre muitos grupos, sejam cristãos ou não. Aonde iremos, será que vamos para o céu ou vamos para o inferno, reencarnaremos ou simplesmente desapareceremos?

Em meio a este montante de questionamentos, uma certeza pondera em nossos corações, revela-se no dia a dia, certeza essa que morreremos, em algum momento o nosso coração parará de pulsar, o fôlego nos faltará e obteremos o destino que construímos em Deus.

Mas para onde iremos quando isso acontecer? A morte não é opcional, não é uma escolha. O escritor aos Hebreus no capitulo 9 verso 27, afirma-nos que da mesma forma, ao homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo.

Existe esta certeza que morreremos, a Bíblia diz em Eclesiastes 9:5-6, 10:

“Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

Então para onde iremos nós quando a morte nos alcançar? veja o que o apostolo Paulo escreveu aos Tessalonicenses:

“.13. Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.15. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.16. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.17. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.18. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

Cremos nas palavras de Jesus e com base nelas temos a resposta para essa indagação, para onde iremos após a morte? Certa vez Jesus contava uma parábola a respeito de um mendigo chamado Lazaro e um homem rico no qual o mendigo, o homem pobre se deliciava se fartava no seio de Abraão e o homem rico padecia no Hades.

Jesus disse eu sou o caminho a verdade e a vida e ninguém vem ao Pai se não for por mim, então a resposta se fundamenta a partir desta declaração do mestre. Entendemos que todos aqueles que vierem ao Senhor Jesus se aproximam de Deus (PAI), e ao se aproximarem de Deus, confessando-o como único e suficiente Salvador, tem os seus nomes escritos no livro da vida.

Para onde vamos?

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.(17). A palavra do Senhor nos trás algumas certezas e convicções acerca de nosso estado após a morte. O apostolo enfatiza com excelência a respeito da nossa nova condição, a saber, pós-morte, João escreveu que viu uma grande multidão que não se podia enumerar, multidão essa que lavaram os seus vestidos no sangue do Cordeiro.

João escreveu que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único filho para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna (João 3.16)

Iremos morar com o Senhor? sim, se estivermos os nossos nomes escritos no livro da vida. Apc 20. 12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.

Iremos para inferno? Sim, se não reconhecermos o Senhor como único e suficiente salvador. Se praticarmos as obras da carne e morremos neste delito, iremos para o inferno se nos assemelharmos ou sermos um dos que João cita em Ap.22 15:

Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.

Também o que o Apostolo Paulo exorta em I Cor. 6 9 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

A grande verdade é que há um caminho a ser traçado, Hb 9.27 nos relata isso , devemos morrer uma só vez, destronando de qualquer argumentação bíblica a questão de reencarnação, então um dia nos apresentaremos ante o cordeiro. Diz as escritura sagradas que abrir-se a o livro das nossas obras e seremos julgados conforme cada uma delas, porém há de se aberto o livro da vida e seremos absolvidos com a inscrição de nossos nomes nele.

Então para onde iremos, poderá ser respondido de acordo com a vida que vivemos hoje, disse Jesus eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vem ao Pai se não for por mim.

Jesus está voltando. Ele nos afirma em Apc13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro.

14 Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.

Ronaldo Nunes de Oliveira.